segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Desfile em Homenagem a Lula Gera Revolta entre Evangélicos e Conservadores

 O Carnaval de 2026 no Rio de Janeiro foi marcado por uma intensa controvérsia política e religiosa durante a apresentação da escola de samba Acadêmicos de Niterói. Com o enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a agremiação homenageou a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas acabou se tornando alvo de pesadas críticas e ações judiciais da oposição.

O Ponto de Conflito: "Neoconservadores em Conserva"
O maior foco de revolta foi a ala intitulada “Neoconservadores em Conserva”. Nela, componentes desfilavam fantasiados de latas de conserva, representando o que a escola chamou de "família tradicional" e o segmento evangélico, muitas vezes carregando Bíblias. Críticos e lideranças religiosas interpretaram a encenação como um "deboche criminoso" contra a fé cristã e um ataque direto aos valores familiares.
Reações Políticas e Judiciais
A repercussão foi imediata entre políticos da oposição e figuras públicas:
  • Michelle Bolsonaro e Oposição: A ex-primeira-dama e diversos parlamentares criticaram duramente o desfile, classificando-o como preconceito religioso e desrespeito à base da sociedade brasileira.
  • Ação na PGR: A oposição acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a escola de samba, alegando que a ala promoveu escárnio contra milhões de evangélicos.
  • Tribunal Superior Eleitoral (TSE): Antes mesmo do desfile, partidos de oposição tentaram barrar a apresentação no TSE, alegando propaganda eleitoral antecipada para as eleições de 2026. O tribunal, embora tenha permitido o desfile sob o princípio da liberdade de expressão, alertou que investigações poderiam ocorrer caso leis eleitorais fossem violadas na avenida.
Postura do Governo
Aliados do presidente e a própria escola de samba defenderam a autonomia artística da agremiação. Para evitar complicações legais, a primeira-dama Janja Lula da Silva não participou do desfile, e ministros presentes foram instruídos a manter uma postura discreta, evitando gestos ou declarações que pudessem ser configuradas como campanha antecipada.
A polêmica reforçou a polarização política em um ano em que Lula busca seu quarto mandato, enquanto a oposição utiliza o episódio para mobilizar sua base conservadora.
Você gostaria de saber mais sobre as decisões judiciais resultantes dessas representações na PGR ou no TSE?

Sigilo fiscal de esposa de Alexandre de Moraes é quebrado indevidamente; filho de outro ministro do STF também foi alvo, aponta apuração

 Acesso irregular aos dados teria sido feito por servidor do Serpro cedido à Receita Federal. Ministro determinou rastreamento amplo de consultas a ministros e familiares.

Brasília, 17 de fevereiro de 2026 – O sigilo fiscal da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, foi acessado de forma indevida e sem autorização judicial, segundo apuração exclusiva da coluna de Andreza Matais, publicada no portal Metrópoles.A investigação interna da Receita Federal aponta que o acesso irregular aos dados de Viviane Barci teria sido realizado por um servidor do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), empresa pública de tecnologia cedida ao órgão fiscal. O caso não se limitou à esposa do ministro: a declaração de Imposto de Renda do filho de outro integrante do STF também foi consultada sem permissão legal.O próprio ministro Alexandre de Moraes determinou a abertura da apuração e ordenou que a Receita Federal realizasse um rastreamento completo de todas as consultas, tentativas de acesso ou quebras de sigilo envolvendo os dez atuais ministros da Corte, além de seus familiares diretos — incluindo esposas, filhos, irmãos e ascendentes. A medida abrange cerca de 100 pessoas e exige milhares de verificações nos sistemas internos.De acordo com a coluna, o relatório detalhado com os logs de acesso está em elaboração e deve ser concluído após o período de Carnaval. Se forem confirmados indícios de vazamento, comercialização ou repasse dos dados a terceiros, a Polícia Federal poderá ser acionada para investigação criminal.A Receita Federal ainda não se pronunciou publicamente sobre o caso, que tramita sob sigilo. O episódio ocorre em um contexto de maior escrutínio sobre acessos a dados sensíveis de autoridades, especialmente após revelações recentes envolvendo contratos advocatícios da esposa do ministro.

Em pleno Carnaval, Nikolas Ferreira detona Lula, Moraes e Toffoli e marca protesto para março

 O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), um dos parlamentares mais influentes nas redes sociais da direita brasileira, viralizou novamente neste Carnaval de 2026 com um vídeo gravado em tom de desabafo e convocação política. Postado na noite de domingo (16 de fevereiro), o conteúdo acumula centenas de milhares de visualizações e milhares de interações no X (antigo Twitter), dividindo opiniões entre apoiadores e críticos.

No vídeo de aproximadamente 2 minutos e 48 segundos, Ferreira aparece em um ambiente festivo de Carnaval ao fundo — com luzes coloridas, fantasias e som de blocos —, contrastando com sua expressão séria e discurso pesado. Ele abre a gravação afirmando: “Sim, o Brasil cansa. Essa mensagem é pra você”, dirigindo-se diretamente ao cidadão comum que, segundo ele, sente o peso da realidade apesar da folia.O parlamentar lista uma série de promessas não cumpridas do governo Lula, especialmente aquelas feitas em 2022 com foco em “unidade nacional”:
  • Redução da carga tributária e melhoria nos serviços públicos;
  • Fim da “perseguição política”;
  • Reconciliação entre diferentes espectros ideológicos.
Ferreira contrapõe essas promessas com a realidade que classifica como “insustentável”: impostos altos, serviços públicos precários, aumento da sensação de insegurança jurídica e suposta perseguição a opositores políticos. Ele menciona explicitamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli como alvos centrais de críticas.O ponto alto do vídeo é a convocação direta para as ruas: “Por isso estaremos nas ruas no dia 1º de março”. O ato, batizado informalmente de “Acorda, Brasil”, teria como principais bandeiras:
  • Anistia aos presos do 8 de janeiro de 2023;
  • Pedidos de impeachment ou afastamento de Lula, Moraes e Toffoli;
  • Defesa da liberdade e contra o que o deputado chama de “autoritarismo institucional”.
Ferreira reforça que o chamado não é restrito a bolsonaristas ou conservadores: “Essa manifestação é para todos os brasileiros que estão cansados, independentemente de lado ideológico”.A publicação gerou reações polarizadas. Enquanto apoiadores elogiaram a “coragem” e compartilharam o vídeo com hashtags como #AcordaBrasil e #ForaLulaMoraesToffoli, parte do eleitorado bolsonarista mais radical o acusou de “traição” e de supostas aproximações com o MBL e setores do Centrão. Comentários como “traíra dos grandes” e “falso conservador” apareceram em profusão nas respostas, indicando fissuras no campo da direita.O timing do vídeo — lançado em pleno Carnaval — parece estratégico: usa o contraste entre a festa externa e o “cansaço interno” para amplificar a mensagem de urgência. Nos dias seguintes, o deputado manteve a pressão com novas postagens reforçando o ato de 1º de março na Avenida Paulista (SP) e em outras capitais, inclusive compartilhando apoio de figuras como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP).Analistas políticos veem no vídeo mais um capítulo da estratégia de Nikolas Ferreira de manter alta visibilidade nas redes sociais, capitalizando insatisfações econômicas e institucionais para se posicionar como liderança oposicionista de peso rumo às eleições de 2026.O ato de 1º de março ainda não tem confirmação oficial de adesão em massa, mas já desperta debate sobre o potencial de mobilização da oposição em um ano pré-eleitoral. Enquanto o Carnaval segue, o “cansaço” que Nikolas descreve parece longe de acabar.

quarta-feira, 25 de março de 2020

A verdade sobre o vírus chinês e a esquerda - Covid 19

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terça-feira, 24 de março de 2020

Hispocrisia da esquerda de drauzio varella e a Globo - Bolsonaro e ...

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